A Correspondência de Fradique Mendes: Memórias e Notas

A Correspondência de Fradique Mendes: Memórias e Notas ❰Ebook❯ ➠ A Correspondência de Fradique Mendes: Memórias e Notas Author Eça de Queirós – Buyprobolan50.co.uk A Correspond ncia de Fradique Mendes uma o bra p stuma de E a de Queir s, apresentada como a recolha da correspond ncia desse homem distinto, poeta, viajante, fil sofo nas horas vagas, diletante e vol A de Fradique Mendes: Memórias Kindle - Correspond ncia de Fradique Mendes uma de Fradique PDF Ë o bra p stuma de E a de Queir s, apresentada como a recolha da correspond ncia desse homem distinto, A Correspondência MOBI :º poeta, viajante, fil sofo nas horas vagas, diletante e voluptuoso que foi Fradique Mendes e que, segundo o narrador compilador, teria passado no mundo sem deixar outros vest Correspondência de Fradique PDF/EPUB ê gios da formid vel atividade do seu ser pensante al m daqueles que por longos anos espalhou, maneira do s bio antigo, em conversas com que se deleitava, tarde, sob os pl tanos do seu jardim, ou em cartas, que eram ainda conversas naturais com os amigos, de que as ondas o separavam Em carta dea Oliveira Martins, E a refere se ao projeto como uma s rie de cartas sobre toda a sorte de assuntos, desde a imortalidade da alma at ao pre o do carv o , acrescentando, em carta ao mesmo de tr s anos depois, tratar se, de facto, de uma novela novela de feitio especial, did tica e n o dram tica, mas enfim novela com uma narra o, uma a o, epis dios, uns curtos de di logo e at paisagens Entre os destinat rios das cartas, contam se personagens fict cias, como Madame Jouarre, a madrinha de Fradique, e personalidades reais, como Oliveira Martins, Guerra Junqueiro e Ramalho Ortig oFradique Mendes, aquele que observava decotes, que estudou Direito nas cervejarias que cercam a Sorbonne, que lutou heroicamente com Garibaldi, que arrebatava cora es, mentes e corpos das senhoras e senhoritas puritanas, o personagem mais fascinante de E a de Queir s o que n o pouco, numa obra de personagens deslumbrantes Apesar de ver a vida como uma escura debandada para a morte , Fradique acreditava que era poss vel debandar com arte, gra a, estilo e, acima de tudo, bom humorEm A Correspond ncia de Fradique Mendes, E a de Queir s cria uma das suas personagens mais cosmopolitas, que exprime as ideias e tamb m as ilus es da vanguarda cultural portuguesa da poca A Correspond ncia de Fradique Mendes dividida em duas partes Mem rias e notas e As cartas Na primeira, o autor tra a um saboroso perfil biogr fico de Fradique Nesta obra de humor cl ssico e refinado emerge um Fradique de car ter enigm tico, aristocrata, poliglota e intelectual, s mbolo de uma gera o de pensadores da qual o pr prio E a participou J As cartas , publicadas inicialmente no jornal Rep rter de Lisboa e na Gazeta de Not cias do Rio de Janeiro, s o um retrato not vel da poca Discutem desde grandes quest es da humanidade at detalhes pessoais.


10 thoughts on “A Correspondência de Fradique Mendes: Memórias e Notas

  1. Ana Ana says:

    Gostei de reler este livro, em primeiro lugar porque n o me lembro nada de o ter lido a primeira vez provavelmente porque quase todos os livros do E a que li, foi na adolesc ncia, a seguir a ter descoberto Os Maias em que, felizmente, e gra as minha m e, peguei antes de ter sido obrigada a l los na escola Em segundo lugar, lidos a seguir ao Na o Crioula, fizeram me apreciar melhor o talento do escritor angolano.E embora n o tenha gostado igualmente de todo o livro, houve duas cartas que Gostei de reler este livro, em primeiro lugar porque n o me lembro nada de o ter lido a primeira vez provavelmente porque quase todos os livros do E a que li, foi na adolesc ncia, a seguir a ter descoberto Os Maias em que, felizmente, e gra as minha m e, peguei antes de ter sido obrigada a l los na escola Em segundo lugar, lidos a seguir ao Na o Crioula, fizeram me apreciar melhor o talento do escritor angolano.E embora n o tenha gostado igualmente de todo o livro, houve duas cartas que valeram por todas as restantes a carta ao Sr E Mollinet, na qual Fradique responde pergunta do diretor da Revista de Biografia e de Hist ria, que pretende saber quem foi um certo Pacheco, cuja morte est sendo t o vasta e amargamente carpida nos jornais de Portugal Ao responder, Fradique faz uma hilariante cr tica ao pol tico sem qualquer m rito que vai trepando na hierarquia e criando sua volta uma aura sem qualquer fundamento, mas que a muitos ofusca e a quase todos convence Pod amos facilmente trocar o nome do Pacheco por uns quantos que t m passado pelos nossos governos e poucas mais altera es seria necess rio fazer.A segunda carta que me encantou, tamb m pela ironia e atualidade, foi a que Fradique escreveu ao seu amigo Bento de S., que se prepara para fundar um jornal Ficam uns excertos, que dizem muito mais do que qualquer resumo que eu possa fazer Meu caro Bento, A tua ideia de fundar um jornal daninha e execr vel N o penses que, moralista amargo, exagero, como qualquer S Jo o Cris stomo Considera antes como foi incontest velmente a Imprensa, que, com a sua maneira superficial, leviana e atabalhoada de tudo afirmar, de tudo julgar, mais enraizou no nosso tempo o funesto h bito dos ju zos ligeiros Com excep o de alguns fil sofos escravizados pelo m todo, e de alguns devotos ro dos pelo escr pulo, todos n s hoje nos desabituamos, ou antes nos desembara amos alegremente, do penoso trabalho de verificar com impress es fluidas que formamos as nossas maci as conclus es Para julgar em pol tica o facto mais complexo, largamente nos contentamos com um boato, mal escutado a uma esquina, numa manh de vento Para apreciar em literatura o livro mais profundo, atulhado de ideias novas, que o amor de extensos anos fortemente encadeou apenas nos basta folhear aqui e al m uma p gina, atrav s do fumo escurecedor do charuto Por um gesto julgamos um car cter por um car cter avaliamos um povo E quem nos tem enraizado estes h bitos de desoladora leviandade O jornal Este o primeiro pecado, bem negro Considera agora outro, mais negro Pelo jornal, e pela reportagem que ser a sua fun o e a sua for a, tu desenvolver s, no teu tempo e na tua terra, todos os males da vaidade nunca a vaidade foi, como no nosso danado s culo XIX, o motor ofegante do pensamento e da conduta Nestes estados de civiliza o, ruidosos e ocos, tudo deriva da vaidade, tudo tende vaidade E a forma nova da vaidade para o civilizado consiste em ter o seu rico nome impresso no jornal, a sua rica pessoa comentada no jornal Se E a fosse vivo, n o teria m os a medir com o que a televis o e as redes sociais lhe ofereceriam, em mat ria de inspira o


  2. Sara Jesus Sara Jesus says:

    Mais uma obra grandiosa de E a que retrata a sua poca e nos apresenta uma figura extraordin ria muito culta, e vers til em todos os seus assuntos E a tal como nas suas grandes obras faz referencia a cultura de vanguarda da sua poca a francesa e a inglesa , dando mais destaque a francesa e os escritores Baudelaire e Victor Hugo Dividi se em duas partes este cl ssico na primeira parte o narrador conta como conheceu o Fradique Mendes e as viagens que este faz pelo Ocidente e o Oriente e a se Mais uma obra grandiosa de E a que retrata a sua poca e nos apresenta uma figura extraordin ria muito culta, e vers til em todos os seus assuntos E a tal como nas suas grandes obras faz referencia a cultura de vanguarda da sua poca a francesa e a inglesa , dando mais destaque a francesa e os escritores Baudelaire e Victor Hugo Dividi se em duas partes este cl ssico na primeira parte o narrador conta como conheceu o Fradique Mendes e as viagens que este faz pelo Ocidente e o Oriente e a segunda parte corresponde as cartas de Mendes a v rias pessoas importantes da sua vida na qual se incluem as personalidades reais de Guerra Junqueiro e Ramalho Ortig o


  3. Emanuel Emanuel says:

    A Arte um resumo da Natureza feito pela imagina o Uma na o s vive porque pensa 2014 4


  4. Isabel Maia Isabel Maia says:

    Breves considera es sobre o livro em Breves considera es sobre o livro em


  5. Rita Neves Rita Neves says:

    S portanto me resta ser, atrav s das ideias e dos factos, um homem que passa, infinitamente curioso e atento A ego sta ocupa o do meu esp rito hoje, caro historiador, consiste em me acercar de uma ideia ou de um facto, deslizar suavemente para dentro, percorr lo miudamente, explorar lhe o in dito, gozar todas as surpresas e emo es intelectuais que ele possa dar, recolher com cuidado o ensino ou a parcela de verdade que exista nos seus refolhos e sair, passar a outro facto ou outra ideia, S portanto me resta ser, atrav s das ideias e dos factos, um homem que passa, infinitamente curioso e atento A ego sta ocupa o do meu esp rito hoje, caro historiador, consiste em me acercar de uma ideia ou de um facto, deslizar suavemente para dentro, percorr lo miudamente, explorar lhe o in dito, gozar todas as surpresas e emo es intelectuais que ele possa dar, recolher com cuidado o ensino ou a parcela de verdade que exista nos seus refolhos e sair, passar a outro facto ou outra ideia, com vagar e com paz, como se percorresse uma a uma as cidades de um pa s de arte e luxo


  6. Virgilio Machado Virgilio Machado says:

    A modernidade e o estilo de A Correspond ncia de Fradique Mendes s o um marco da literatura portuguesa E a de Queir s criou um personagem fascinante, deu lhe uma p tria, uma fam lia, gostos, profiss o e estilo pr prio para criar uma voz diferente da sua que fizesse um ju zo sobre o mundo e sobre a sociedade portuguesa.http www.lpm editores.com.br site dO romance A Correspond ncia de Fradique Mendes, de E a de Queir s, aborda o contexto de Portugal Tal como descreve E a, Fradique e A modernidade e o estilo de A Correspond ncia de Fradique Mendes s o um marco da literatura portuguesa E a de Queir s criou um personagem fascinante, deu lhe uma p tria, uma fam lia, gostos, profiss o e estilo pr prio para criar uma voz diferente da sua que fizesse um ju zo sobre o mundo e sobre a sociedade portuguesa.http www.lpm editores.com.br site dO romance A Correspond ncia de Fradique Mendes, de E a de Queir s, aborda o contexto de Portugal Tal como descreve E a, Fradique era um aventureiro, atormentado diante das injusti as sociais e da decad ncia da sociedade lusitana causada pelas constantes transforma es sociais, pol ticas e econ micas Fradique foi um veemente cr tico da sociedade lusitana, que n o se deixou abater pela for a das formas totalit rias, um incans vel reconstrutor de um Portugal novo Esse ser que E a disse ter feito com peda os de seus amigos um ser plasmado com os anseios e ideais de uma gera o de escritores que representava a vanguarda intelectual portuguesa do final do s culo XIX Express o de uma incontida admira o pela figura do gentleman, personifica o simb lica de uma elite intelectual que se opunha vulgaridade e chateza de um pa s em decl nio, E a, atrav s de Fradique, tornou evidente tamb m essa oposi o pela s tira e pela critica s liturgias que atravancavam e contrariavam o puro esp rito com que as religi es se deveriam exprimir, vacuidade de certos pol ticos do parlamento carta ao Sr Mollinet, onde retracta Pacheco , a um certo tipo de capitalistas carta a Mme de Jouarre, onde retracta o Comendador Pinho e ainda classe eclesi stica portuguesa, inteiramente vinculada e dependente do estado, personificada genericamente no horrendo Padre Salgueiro carta a Mme de Jouarre Fradique Mendes uma personagem realista de E a de Queir s que, descontente com a decad ncia de Portugal nas tr s ltimas d cadas do s culo XIX, saiu em incurs o pelo mundo em busca n o s do seu pr prio reconhecimento como, tamb m, da sua pr pria na o Era, acima de tudo, um nacionalista que n o suportava ver a sua p tria relegada a um limbo sem precedente Diante de tal situa o, Fradique voltou se para o Portugal das grandes navega es com o objetivo de resgatar as ra zes nacionais aut nticas Fradique, ent o, retomou o passado distante na expectativa de recuperar a verdadeira identidade portuguesa que outrora impulsionou outras civiliza es a conquistar o mundo e a colonizar outras na es Atrav s de Fradique, E a exprimiu tamb m um amargo ceticismo perante ang stias sociais para as quais n o encontrou rem dio.Iara Regina Franco Rodrigues e Onofre de Freitashttp www.passeiweb.com na_ponta_lin


  7. Nights *Words à la Carte* Nights *Words à la Carte* says:

    Nesta obra, o E a de Queiroz ficcionista e o cronista juntam se para nos apresentar Carlos de Fradique Mendes, homem culto, poeta, viajado, bem relacionado e com um gosto mpares Um indiv duo que apenas existe nas p ginas do autor, mas que se nos mostra como se de algu m de carne e osso se tratasse.Fradique Mendes o espelho da sua poca feito gente Este livro tem duas partes, a primeira em que o pr prio E a, por si, nos conta como conhecer Fradique Mendes, peda os de encontros e conversas co Nesta obra, o E a de Queiroz ficcionista e o cronista juntam se para nos apresentar Carlos de Fradique Mendes, homem culto, poeta, viajado, bem relacionado e com um gosto mpares Um indiv duo que apenas existe nas p ginas do autor, mas que se nos mostra como se de algu m de carne e osso se tratasse.Fradique Mendes o espelho da sua poca feito gente Este livro tem duas partes, a primeira em que o pr prio E a, por si, nos conta como conhecer Fradique Mendes, peda os de encontros e conversas com esta personagem interessante Na segunda parte, deixa nos ler algumas cartas que comp em a sua correspond ncia, algumas trocadas ora outras personagens inventadas, ora com personagens da nossa Hist ria.Com a sua eloqu ncia e sarcasmo, Fradique Mendes tra a, pelas m os de E a, as ideias e os costumes do tempo destes dois homens, entre momentos de erudi o e situa es mundanas No entanto, por vezes, somos assaltados pelo pensamento de que o Fradique Mendes que E a conhece n o necessariamente o mesmo que se revela na sua correspond ncia como todos n s.Mais uma vez , sem d vida, extremamente actual, como E a de Queiroz sempre e, talvez, sempre ser


  8. Maria Carmo Maria Carmo says:

    Incredible testimony of Portugal and the world, culture and traveling at the end of the nineteenth century and profound reflections about the philosophy behind civilization.Maria Carmo


  9. Enrique Vallés Enrique Vallés says:

    Este es el primer libro que leo de E a de Quier s y ha sido una grata sorpresa No las ten a todas conmigo al empezar el libro, pero es un libro que va de menos a m s El libro no cuenta una historia, o mejor dicho no tiene ninguna trama, sino como una biograf a o conjunto de recuerdos y cartas de un personaje ficticio El libro est dividido en 2 partes en la primera E a de Queir s nos narra sus encuentros con este personaje y una segunda parte con las cartas que envi a sus amigos El libro Este es el primer libro que leo de E a de Quier s y ha sido una grata sorpresa No las ten a todas conmigo al empezar el libro, pero es un libro que va de menos a m s El libro no cuenta una historia, o mejor dicho no tiene ninguna trama, sino como una biograf a o conjunto de recuerdos y cartas de un personaje ficticio El libro est dividido en 2 partes en la primera E a de Queir s nos narra sus encuentros con este personaje y una segunda parte con las cartas que envi a sus amigos El libro est escrito magistralmente, pura magia de palabras Pero cuando est s disfrutando de la literatura en may sculas, aparecen las cartas y aqu es donde est la pura magia En algunas te r es de sus peroratas, en otras ves pensamientos muy exc ntricos para la poca s XIX , y en otros son tan actuales a nuestra poca e incluso vaticinaron el desastre que provocar a el antisemitismo en Europa la carta a Bento de S no tiene desperdicio alguno.Una joya y un cl sico de la literatura


  10. If If says:

    8 10


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